terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

A Importância do Inglês


Alguns motivos para se aprender Inglês:

A globalização se tornou uma necessidade básica para profissionais de diversas áreas e para aqueles que se preparam para ingressar em um mercado de trabalho cada vez mais competitivo. O domínio de idiomas significa crescimento, desenvolvimento intelectual e profissional para acompanhar os avanços tecnológicos e, acima de tudo, dominar um segundo idioma ajuda a manter a saúde do cérebro.

A crescente internacionalização dos mercados levou as nações a adotarem o inglês como o idioma oficial do mundo dos negócios e considerando a importância econômica do Brasil como país em desenvolvimento, dominar o inglês se tornou sinônimo de sobrevivência e integração global.  O mercado atualmente considera um requisito básico no momento da contratação que o candidato domine o inglês. Muitas vezes o conhecimento do inglês significa um salário maior e uma probabilidade maior de conseguir promoções.

Empresas multinacionais estão exigindo certificados de proficiência em inglês de seus funcionários para assumirem novas filiais em outros países e no Brasil, a maioria em altos cargos.

Na Internet, os conhecimentos de inglês se tornaram fundamentais para aquele que busca fazer uma pesquisa eficiente na web. Jogos para computador e videogame são praticamente todos em inglês, salas de bate papo na internet, comunidades de compartilhamento de vídeos, mp3, entre outros também.

A cultura pop mais difundida no mundo é a americana. Músicas, artistas, filmes, livros...

A Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016 elevam o interesse em aprender inglês nos países sede dos jogos, devido ao grande número de estrangeiros que prestigiam estes eventos.

O inglês é um idioma conhecido em qualquer lugar do mundo. Se você gosta de viajar, nada melhor do que dominar um idioma falado em qualquer parte do mundo.


ÚLTIMAS VAGAS!

Com 27 anos de experiência como professora de inglês e tendo morado 10 anos nos Estados Unidos, Jackie Brasil inicia 2011 a todo vapor. Em recente viagem para o Egito (fevereiro/2011), pôde se atualizar e aprender muito sobre uma cultura tão diferente da nossa. Garanta seu horário pelo telefone: 51 3592.8608.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Militares anunciam que transição de governo no Egito deve levar meio ano

A transição política no Egito deve durar ao menos seis meses. Dois dias depois da queda do ditador Hosni Mubarak, o Conselho Supremo das forças armadas do país, que assumiu o poder, anunciou nodomingo o prazo – e confirmou também a dissolução do parlamento e a suspensão da Constituição.

Antes da renúncia de Mubarak, as eleições presidenciais estavam previstas para setembro, mas os militares não estabeleceram imediatamente uma data exata para a votação – levantando temores de que possam se perpetuar no poder. No “comunicado nº 5”, assinado pelo chefe do Conselho Supremo e ministro da Defesa, general Hussein Tantawi, as forças armadas disseram ainda que ficarão responsáveis, no período de transição, pela elaboração de leis.

O dia a dia do governo será comandado pelo atual primeiro-ministro, Ahmed Shafiq, até a nomeação de um novo gabinete. Por fim, foi anunciada a criação de uma comissão para reformar a Constituição.

>>> Confira a cronologia dos incidentes:

Dia 24 de janeiro:
Um homem de 50 anos toca fogo em si mesmo em frente ao Parlamento, no Cairo, numa possível reprodução do suicídio de um jovem tunisiano em meados de dezembro que desencadeou a revolta e subsequente derrubada do presidente Zine El Abidine Ben Ali. Nos dias seguintes, mais três egípcios fazem o mesmo — um deles, de 25 anos, não resiste aos ferimentos e morre.


Foto: Martin Bureau, AFP

Dia 25 de janeiro:
Insuflados pelo líder da oposição, Mohamed ElBaradei, milhares de pessoas tomam as ruas do Egito pedindo a renúncia do presidente do país, Hosni Mubarak. Nos confrontos com a polícia, dois manifestantes morrem em Suez e um policial é morto no Cairo.

Dia 26 de janeiro:
As manifestações se espalham dos grandes centros para cidades menores, aumentando em número e violência. No Cairo, um policial e um manifestante são mortos, enquanto em Suez 55 protestantes e 15 homens da força anti-motim são feridos.

Dia 27 de janeiro:
Diante do saldo violento, com mais um jovem morto em Sinai, a Casa Branca cobra providências do governo do Cairo para evitar os embates, enquanto a União Européia chama atenção para o direito de protestas da população.

Dia 28 de janeiro:
O saldo da violência chega a 13 mortos, centenas de feridos e quase mil presos. Os protestos aumentam e manifestantes tocam fogo no prédio do governo em Alexandria e na sede do Partido Democrático Nacional. Os serviços de internet são derrubados e ElBaradei diz que está pronto para liderar a transição, enquanto Mubarak impõe toque de recolher e promete reformas.



Foto: Reprodução, Egyptian TV

Dia 29 de janeiro:
O presidente egípcio, Hosni Mubarak, designou um vice-presidente, o chefe da inteligência Omar Suleiman, pela primeira vez em 30 anos, e um novo primeiro-ministro, ambos com cargo de general, para tentar sufocar a rebelião já deixa mais de 90 mortos.

Dia 30 de janeiro:
O presidente egípcio, Hosni Mubarak, visitou um centro de operações do exército e ordenou que o toque de recolher no Cairo, Alexandria e Suez seja ampliado em uma hora. O toque de recolher, instaurado na sexta-feira devido aos protestos da população para exigir a renúncia de Mubarak, foi gradualmente ampliado, mas não é respeitado pela população. Neste domingo, as autoridades egípcias ordenaram à polícia antimotins que volte a atuar em todo o país, depois de dois dias nos quais esteve virtualmente ausente, quando ocorreram diversos saques enquanto o exército lidava com uma revolta popular.

Dia 31 de janeiro:

O movimento contra o regime convocou uma greve geral por tempo indeterminado. Durante a manhã, a emissora estatal egípcia anunciou a formação de um novo governo no país, substituindo o governo dissolvido na sexta-feira. Na mudança mais significativa, o criticado ministro do Interior — responsável pelas forças de segurança — foi substituído.

O exército anunciou que não usará a força contra os manifestantes e declarou que considera as demandas do povo "legítimas". O último provedor de internet egípcio ainda em funcionamento, o Grupo Noor, caiu nesta segunda-feira, deixando o país sem acesso à rede.

Dia 1º de fevereiro:

No oitavo dia de intensos protestos anti-governamentais, mais de 1 milhão de pessoas saíram às ruas de todo país protestando contra o governo, na chamada "Marcha do Milhão". Os conflitos podem ter deixado cerca de 300 mortos, segundo a ONU. No poder desde 1981, o presidente egípcio, Hosni Mubarak, garantiu que não irá tentar a reeleição, em discurso transmitido pela emissora de TV estatal.

Dia 2 de fevereiro:

Pela manhã, 500 partidários do presidente egípcio Hosni Mubarak se reuniram no Cairo para manifestar apoio ao governante. O vice-presidente, Omar Suleiman, pediu que manifestantes voltassem para casa devido aos confrontos violentos entre partidários e adversários do presidente. No fim da noite, o Ministério da Saúde do país confirmou três mortos e 639 feridos nos confrontos entre apoiadores e opositores do regime egípcio na Praça Tahrir. Apesar do número oficial, a rede Al Jazeera e jornais como The Guardian e El País falavam em mais de 1,5 mil feridos.

Dia 3 de fevereiro:
No 10º dia de protestos no Egito, o presidente Hosni Mubarak, disse em entrevista à rede de TV americana ABC que deseja deixar o poder, mas teme o caos que pode ser criado caso o faça. Já a Coalizão Nacional pela Mudança, que reúne os principais grupos de oposição do Egito, rejeitou qualquer diálogo com o regime antes da renúncia de Mubarak. A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, pediu ao governo e à oposição que comecem "imediatamente" negociações sérias para uma transição. No acesso à ponte que leva à Praça de Tahrir, onde estão os manifestantes, foram montadas barreiras. Nas ruas de Cairo, muito civis armados.

Dia 4 de fevereiro:
Centenas de milhares de egípcios saíram às ruas para participar do dia batizado de "Dia da Partida". Durante a noite, um intenso tiroteio foi ouvido na Praça Tahrir, no centro do Cairo, espalhando pânico na multidão de manifestantes antigovernamentais que se encontram reunidos no local.

Um jornal estatal informou que um jornalista egípcio morreu pelos ferimentos de tiros disparados durante confrontos entre partidários e opositores de Mubarak. O jornal Al-Ahram afirmou que Ahmed Mohammed Mahmud, do jornal Al-Taawun faleceu após permanecer em coma por quatro dias. Ele foi atingido por franco-atiradores há uma semana quando tirava fotografias a partir de seu apartamento, perto da Praça Tahrir.

Dia 5 de fevereiro:

A rede americana Fox News anunciou que o vice-presidente do país, Omar Suleiman, sobreviveu a uma tentativa de assassinato. A informação depois foi confirmada pela secretária de Estado americana, Hillary Clinton. Homens armados teriam disparado contra o comboio de Suleiman e matado dois guarda-costas do vice-presidente. O presidente americano, Barack Obama, afirmou, depois de conversar com lideranças estrangeiras sobre a crise no Egito, que é necessário o início de "uma transição ordeira e pacífica" no governo do país.

Em medida destinada a isolar ainda mais o presidente Hosni Mubarak, o birô executivo do Partido Nacional Democrata anunciou sua demissão. O filho de Mubarak, Gamal, foi afastado da direção do partido. O presidente, por sua vez, reuniu-se com ministros do novo governo, pela primeira vez desde a destituição do gabinete anterior.

Dia 6 de fevereiro:

As principais forças de oposição do Egito foram convidads pelo vice-presidente Omar Suleiman para um diálogo com o governo. Foi decidido a criação de um comitê encarregado de realizar reformas constitucionais, a criação de um escritório para receber queixas relativas a presos políticos, o levantamento das restrições impostas aos meios de comunicação e a rejeição a "qualquer intromissão externa nos assuntos egípcios".

As propostas, no entanto, foram consideradas insuficientes pelo dirigente da Irmandade Muçulmana, que  afirmou que o encontro de hoje "foi apenas um primeiro passo".

A secretária americana de Estado, Hillary Clinton,admitiu que o governante egípcio pode permanecer mais tempo no poder do que a oposição deseja para garantir a realização de eleições.

Dia 7 de fevereiro:
Apesar do início do diálogo, a oposição insiste na renúncia imediata de Mubarak no Egito. Pelo 14º dia consecutivo, a praça Tahrir, no centro do Cairo, continua ocupada pelos manifestantes que exigem que as negociações entre o regime e a oposição iniciadas no domingo não deixem de lado o objetivo de que Mubarak, no poder há 30 anos, deixe a Presidência.

Dia 8 de fevereiro:

O presidente Mubarak assina um decreto para a formação de uma comissão constitucional que vai revisar emendas constitucionais, e apresentar as emendas legislativas solicitadas. Os protestos continuam.

Dia 9 de fevereiro:

Um grupo integrante da rede Al-Qaeda — O Estado Islâmico do Iraque — pede aos manifestantes egípcios que promovam a guerra santa e estabeleçam um governo baseado na lei islâmica, informa o site de monitoração de endereços islâmicos, com sede nos Estados Unidos.

Dia 10 de fevereiro:
Hosni Mubarak anuncia mudanças na Constituição do país, porém não confirma sua esperada renúncia nesta quinta-feira, em pronunciamento na TV estatal. O vice-presidente do Egito, Omar Suleiman, pediu que os manifestantes de rua e grevistas voltem para casa e ao trabalho, em seu primeiro discurso depois de o presidenteHosni Mubarak ter delegado a ele alguns poderes presidenciais. Os manifestantes permanecem protestando no Egito.

Dia 11 de fevereiro:

Hosni Mubarak renuncia após 18 dias de forte pressão popular e internacional. O ex-ditador egípcio, que ficou 30 anos no cargo, deixa o poder nas mãos do Conselho Supremo das Forças Armadas.
ZERO HORA

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Egito: Eu Estava lá!

by Jackie Brasil


Sou professora de Inglês em São Leopoldo, onde resido com meus filhos. Decidi ir para o Egito conhecer de perto a cultura e principalmente o Islam, religião a qual eu me converti em junho do ano passado.
Cheguei em Cairo no dia 19 de janeiro. Amei tudo que vi. Na primeira semana foi tudo bem normal, passeios, idas a mesquitas, restaurantes,compras etc. Na segunda semana, começaram os conflitos.Protestos no centro de Cairo. Até aí tudo bem. Mas cada dia acontecia algo a mais. Começaram o vandalismo, quebrando e saqueando lojas, destruindo prédios do governo. No quinto dia de protesto todos os telefones foram cortados e a internet também.
Sem comunicação, minha familia e amigos ficaram achando o pior. Mas eu estava bem em um bairro chamado El Rehab, que fica 10 quilômetros do centro de Cairo.O protesto avançou e chegou em El Rehab também. Os moradores organizavam grupos para fazer a segurança dos prédios. Dia e noite guardavam as moradias e impediam que vândalos e marginais se aproximassem.Houve fuga de presos em três cadeias da cidade. A policia sumiu. Não havia polícia nem bombeiros. Prédios ficavam queimando por dias.
Mesmo assim, não tive medo. Continuei indo à mesquita rezar, indo ao mercado e lia o Alcorão. Mas estava sempre com a TV ligada e atenta às notícias. Sem poder me comunicar com minha família, os bancos todos fechados, lojas e restaurantes sem abrir achei melhor voltar para o Brasil duas semans antes do previsto. Voltei triste e feliz ao mesmo tempo. Triste por ter que deixar um país muito lindo e diferente de tudo que eu já conheci. Onde o povo é simpatico e muito educado. Com tantas coisa para ver e conhecer.
Mas feliz por ter feito parte desta histótia. De poder ter visto este povo dizer "chega de ditadura". Eu posso dizer "Eu estava lá".

Artigo publicado em Zero Hora (07/02/10)

Gaúchos falam sobre dias de tensão passados no Egito

Quando a crise política do Egito (que já atinge dez dias) começou, a professora de Inglês Jaqueline Brasil, 48 anos, passeava pelas ruas do Cairo. Moradora de São Leopoldo, ela embarcou para o Egito em 18 de janeiro para conhecer de perto a cultura local e aprender um pouco mais sobre a religião islâmica, para a qual se converteu em junho do ano passado. Voltou na última quinta-feira, sem ter completado a viagem. "Eu voltaria no dia 21, mas com a confusão preferi voltar. No quinto dia, o governo cortou a Internet e o telefone", conta. 


Jackie visitando as pirâmides em cima de um dromedário, dias antes do início dos protestos contra o líder egícipio Mubarak, que está há 30 anos no poder.


Campo-bonense viu protestos pelas ruas

O campo-bonense, Tariq Saleh (à direita), 36 anos, vive há quatro anos em Beirute no Líbano. Jornalista e correspondente da BBC Internacional, precisou ir ao Cairo, no Egito, acompanhar os conflitos contra o presidente do país, Hosni Mubarak, na última semana. "Quando cheguei já estava no quarto dia de protesto e quando fui para o hotel, o Centro ainda estava vazio, apenas com alguns policiais. Comecei a presenciar alguns protestos e vi confrontos de jovens antigovernistas, policiais e partidários do presidente." Saleh acompanhou de perto os protestos. "Vi quando a polícia jogava gás lacrimogênio nos manifestantes. Eles jogavam o gás de volta, além de pedras. Colocaram a polícia para correr", conta.

Ela quer voltar


Jackie na frente do Museu do Cairo durante as manifestações. Note os tanques de guerra no fundo!


A volta do Egito foi cansativa. Jaqueline (foto) não conseguiu contato com a embaixada brasileira. Do Egito, foi para Roma e de lá para São Paulo e depois para o RS. Quando chegou, foi recebida com flores pela família. "Pretendo voltar, mas quando a poeira baixar. Quero fazer compras!"

Jornalistas ficaram assustados

"Não senti medo, mas em alguns momentos todos os jornalistas ficaram assustados", afirma Tariq Saleh. O jornalista, que tem fluência no idioma árabe, precisou de estratégias. "Meu árabe tem um sotaque que podia chamar a atenção. Muitas vezes, precisei bancar o turista." Repórteres foram espancados e presos. Em Beirute desde ontem, Saleh desabafa: "Está sendo um paraíso comparado ao Cairo."

"Acho uma manifestação justa


Jackie no meio do protesto no centro de Cairo.


Antes da revolta que levou milhares de árabes às ruas, Jaqueline Brasil curtia seu passeio no Egito. Conheceu as pirâmides, comprou alguns poucos souvenirs e estudou o Alcorão (livro sagrado dos muçulmanos). "O Egito é um país maravilhoso, lindo, exótico. O El Rehab (bairro) era moderno e limpo. Achavam que eu era egípcia e me trataram com todo carinho", conta. Ela via na TV as notícias sobre a confusão que ocorria no Centro do Cairo, mas as revoltas foram chegar no bairro por volta do quinto dia. Ela acredita que a manifestação do povo egípcio é justa. "As regras são feitas e aprovadas pelo governo há 30 anos. Isso não está certo. O povo está unido por um país melhor. Nos dias de hoje não pode mais haver ditadura." 


Fonte: Jornal Vale dos Sinos (05/02/11)

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Manifestantes convocam greve geral e passeata de um milhão de pessoas no Egito

Esta terça-feira marca o sétimo dia de protestos que exigem a renúncia do presidente Hosni Mubarak

O movimento contra o regime egípcio convocou uma greve geral por tempo indeterminado e uma passeata de um milhão de pessoas para terça-feira, no início do sétimo dia dos protestos que exigem a renúncia do presidente Hosni Mubarak. 

— Decidimos, durante a noite, que na terça-feira acontecerá uma passeata de um milhão de pessoas — declarou Eid Mohamad, um dos líderes do movimento.

— Também decidimos convocar uma greve geral indefinida — completou. 

A convocação de uma greve geral foi feita na noite de domingo pelos trabalhadores da cidade de Suez, umas das três maiores do país, ao lado do Cairo e de Alexandria, onde foram registradas manifestações e distúrbios. As três cidades estão sob toque de recolher. 

— Nos unimos aos trabalhadores de Suez e iniciaremos uma greve geral até que nossas demandas sejam cumpridas — afirmou Mohamed. 

Confira a cronologia dos incidentes:


De 17 a 20 de janeiro:

Um homem de 50 anos toca fogo em si mesmo em frente ao Parlamento, no Cairo, numa possível reprodução do suicídio de um jovem tunisiano em meados de dezembro que desencadeou a revolta e subsequente derrubada do presidente Zine El Abidine Ben Ali. Nos dias seguintes, mais três egípcios fazem o mesmo — um deles, de 25 anos, não resiste aos ferimentos e morre.

 
Foto: Martin Bureau, AFP


Dia 25:

Insuflados pelo líder da oposição, Mohamed ElBaradei, milhares de pessoas tomam as ruas do Egito pedindo a renúncia do presidente do país, Hosni Mubarak. Nos confrontos com a polícia, dois manifestantes morrem em Suez e um policial é morto no Cairo.

Dia 26:

As manifestações se espalham dos grandes centros para cidades menores, aumentando em número e violência. No Cairo, um policial e um manifestante são mortos, enquanto em Suez 55 protestantes e 15 homens da força anti-motim são feridos.

Dia 27:

Diante do saldo violento, com mais um jovem morto em Sinai, a Casa Branca cobra providências do governo do Cairo para evitar os embates, enquanto a União Européia chama atenção para o direito de protestas da população.

Dia 28:

O saldo da violência chega a 13 mortos, centenas de feridos e quase mil presos. Os protestos aumentam e manifestantes tocam fogo no prédio do governo em Alexandria e na sede do Partido Democrático Nacional. Os serviços de internet são derrubados e ElBaradei diz que está pronto para liderar a transição, enquanto Mubarak impõe toque de recolher e promete reformas.


 
Foto: Reprodução, Egyptian TV

Dia 29:

O presidente egípcio, Hosni Mubarak, designou um vice-presidente, o chefe da inteligência Omar Suleiman, pela primeira vez em 30 anos, e um novo primeiro-ministro, ambos com cargo de general, para tentar sufocar a rebelião já deixa mais de 90 mortos.


Fonte: Zero Hora 31/01/11

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Blog A Casa de Praia dos Sonhos

Bom dia Pessoal. Quem procura por uma casa de praia de alto padrão no Litoral Norte gaúcho não pode deixar de conhecer a Casa de Praia dos sonhos: http://acasadepraiadossonhos.blogspot.com/

Localizada no Condomínio Residencial Las Dunas, à beira-mar de Xangri-lá, possui 565,87m² de área total. Conta com 06 suítes e tem fundos para o lago. Para seu maior conforto, foi projetado o Espaço Gourmet, Home Theater, Estar com lareira, Mezanino, Estar íntimo, Abrigo para 03 carros, Piscina aquecida e deck, Dormitório de serviço, tudo isso em um amplo ambiente.

A Sacada Master conta com uma linda Jacuzzi, dê uma olhada:



quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Cidade da Espanha proíbe uso da burka



Choque de civilizações? Preocupação legítima com os direitos femininos? Ou preconceito puro contra os muçulmanos? Uma cidade do norte da Espanha, Lérida, se transformou na primeira do país a aprovar uma lei que poíbe o uso de véus islâmicos que cubram todo o rosto - como a burka - em prédios públicos. O prefeito Ángel Ros se diz orgulhoso da decisão:
- Lérida é a primeira cidade na Espanha a estabelecer uma norma contra algo que é discriminatório contra as mulheres.
Em entrevista à Radio Nacional Espanhola, Ros afirmou agora há pouco que a proibição é importante para a igualdade entre homens e mulheres. O gesto é em grande medida simbólico, já que apenas 3% da população de 135 mil habitantes de Lérida é muçulmana. E, das muçulmanas da cidade (foto), somente um punhado usa a burca, que cobre o corpo todo, ou mesmo véus que tapam o rosto.

Zero Hora: 9 de dezembro de 2010

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Egito busca explicações para ataques de tubarão no Mar Vermelho

Ataques de tubarão contra turistas no Mar Vermelho provocaram uma onda de especulações sobre o que poderia ter causado os incidentes, e as possíveis causas variam desde a pesca exagerada até uma conspiração israelense para prejudicar o turismo egípcio.
O corpo de uma alemã de 70 anos foi encontrado na praia que beira o Mar Vermelho em Sharm el-Sheikh, no Egito, depois de um ataque no domingo. Autoridades disseram que o tubarão havia arrancado um pedaço de sua coxa direita.
O Egito suspendeu recentemente uma proibição ao nado em algumas partes da região, imposta depois que três russos e um ucraniano foram feridos em ataques de tubarões na semana anterior.
O governo convidou especialistas internacionais para ajudar na localização dos tubarões assassinos, mas autoridades não puderam dizer o motivo do comportamento dos animais.
"Não há nenhum motivo que pode ser descartado. Estamos buscando qualquer razão que tenha causado a mudança no comportamento dos tubarões", disse à Reuters o secretário-assistente da região do Sul do Sinai, Ahmed el-Edkawi.
Alguns disseram que os tubarões foram atraídos para as águas rasas depois que gados embarcados para o país no ano passado para serem sacrificados no banquete islâmico Eid al-Adhad morreram a bordo e foram lançados ao mar.
Outros sugerem uma conspiração secreta da agência de inteligência israelense, o Mossad.
"O que está sendo dito sobre o Mossad lançar tubarões assassinos no mar para prejudicar o turismo no Egito não está fora de questão, mas precisamos de tempo para verificar", disse o governador do Sul do Sinai, Mohamed Abdel Fadil Shousha, segundo a agência estatal de notícias egynews.net.
Especialistas locais de mergulho disseram que ataques independentes por tubarões eram extremamente raros na região, e não conseguiram entender por que tantas pessoas foram atacadas em tão pouco tempo.
(Reportagem de Mohamed Zaki e Sarah Mikhai  (REUTERS) 

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Eleições no Egito


Centenas de apoiadores da Fraternidade Muçulmana - principal grupo do bloco de oposição ao presidente Hosni Mubarak - cercaram os locais de votação no Egito e enfrentaram a polícia em manifestações de protesto sob alegação de que as eleições legislativas foram fraudadas. As manifestações aumentaram em vários locais na costa mediterrânea da cidade de Alexandria e no Cairo depois do encerramento das eleições. 


Em Alexandria, cerca de 800 pessoas protestaram do lado de fora da delegacia de polícia para onde os votos foram levados. Os protestos na cidade e no Cairo ocorreram durante todo o dia de votação, no qual muitos observadores independentes foram impedidos de chegar aos locais de votação. Em alguns lugares, os candidatos do governo foram vistos comprando votos dos eleitores próximo aos locais de votação. 


As eleições parlamentares ocorridas hoje são as mais significativas para as eleições presidenciais previstas para o próximo ano. Pela primeira vez em quase 30 anos a presidência do país vem sendo questionada. Mubarak está com problemas de saúde depois de ter passado por uma cirurgia no começo do ano. Seu partido disse que ele concorrerá a outro mandato de seis anos, informação que não pôs fim às especulações sobre o futuro da liderança do Egito. 


As preocupações aumentaram porque no último ano os egípcios ficaram revoltados com a alta dos preços, os salários baixos, o desemprego persistente e os serviços escassos, apesar do crescimento econômico que alimentou a expansão das classes mais elevadas. 

Nas eleições de hoje, pelo menos 1.200 apoiadores do partido fundamentalista islâmico Fraternidade Muçulmana, único rival do governo, foram presos e muitos de seus candidatos viram suas campanhas serem interrompidas repetidas vezes. Nas últimas eleições parlamentares em 2005, a Fraternidade Muçulmana impôs uma derrota ao governo ao conquistar um quinto dos parlamentares com direito a voto. As informações são da Associated Press.

AE - 19h34, Domingo, 28 de novembro de 2010

terça-feira, 30 de novembro de 2010

sábado, 27 de novembro de 2010

Gastronomia Egípcia



No Egito, a dieta básica gira em torno de grãos como fava, grão de bico e lentilha. Um prato muito comum é o fool - um ensopado consistente feito de grãos de fava temperados com pasta de gergelim e suco de limão. Surpreendentemente, alguns egípcios comem fool no café da manhã, acompanhado de pão pita.

Entretanto, a grande maioria dos hotéis substitui este café da manhã tradicionalmente leve, por um sistema de café continental, que inclui chá, torradas, bolos, manteiga, geléias e queijo fetta. Os pães podem deixar um pouco a desejar, pois costumam ser do tipo achatado e redondo, tipo árabe. No entanto, são ideais para serem degustados acompanhados dos inúmeros tipos de patês e molhos típicos da culinária egípcia. Tahina é uma pasta feita de gergelim, que é tão deliciosa quanto o Baba Ghanoug, uma mistura de tahina, alho e berinjela.

Pequenos pratos com cremes e fool, podem ser servidos como acompanhamento. Algumas vezes o Bikli (uma porção de legumes sortidos, temperados e em conserva) também pode acompanhar uma boa refeição.

No Egito, o almoço é a refeição mais importante do dia, ainda que alguns hotéis tenham aderido ao costume estrangeiro de considerar o jantar como a refeição principal. Uma refeição egípcia padrão consiste num prato principal, com vários molhos e saladas, além dos acompanhamentos tradicionais.

Kebabs é um prato muito popular feito de carne de carneiro ou frango, cortada em pedaços, marinada e grelhada. Uma variação do kebabs é o kofta, que é o mesmo prato feito com a carne moída e preparada do mesmo modo. Outros pratos populares incluem o frango assado, o pombo recheado e a carne grelhada. Pratos com carne normalmente serão servidos acompanhados de arroz ou alguma massa e uma guarnição de salada verde.

Pratos quentes de verduras algumas vezes são servidas como acompanhamento ou como alternativa aos pratos com carne. As verduras normalmente são preparadas no forno com um delicioso molho de tomate especial. Uma iguaria imperdível é o taamaya, que é similar ao felafel israelita e consiste de uma pequena quantidade de massa feita de grão de bico, que é frita e servida com pão ou salada. Uma delícia!

Shawarma é um popular lanche rápido, e é encontrado principalmente nos mercados abertos e nas feiras. É carne de cordeiro cortada em fatias bem finas, junto com salada e tahina, enrolados no pão sírio. Vale a pena conferir.

O peixe é mais consumido nas regiões próximas ao Mar Vermelho, enquanto que a culinária em Aswan tem como base saborosos peixes de água doce, vindos do lago Nasser. Os peixes e os camarões do Mediterrâneo estão sempre frescos. Experimente os pratos: Bolti (carpa), Caboria (caranguejo), Denüs (dourado), Estakoza (lagosta) e Bouri (merlin). Os vegetarianos mais rígidos, não terão uma grande variedade nos pratos, pois a carne costuma aparecer na culinária egípcia, mesmo que em pequenas porções.

As sobremesas no Egito sempre caem em uma das duas seguintes categorias: 1) doces de massa e pudins ou 2) frutas frescas. As especialidades em doces são: Mohallabeyya (creme à base de farinha de arroz, perfumado com água de rosas e com pistache), Om´ali (finas folhas de massa cozida banhadas em leite muito açucarado e misturadas com coco e pistache) e Konafa (uma espécie de massa de pistache, avelãs e nozes, envolta em aletria e mel). Frutas frescas são a sobremesa mais comum, ainda que não sejam especialmente variadas. Melancias, goiabas, bananas, laranjas e tâmaras são as mais freqüentes.

No que se refere às bebidas, o chá tem uma importância enorme na cultura egípcia. Ele é servido bem doce, a menos que você especifique o contrário. O café é servido no estilo turco, muito forte e bastante adoçado.

Uma bebida que pode ser bastante refrescante para os dias quentes no Egito, é o karkadeh, feito de pétalas secas da flor do hibisco, que pode ser servido quente ou gelado. Há também uma grande variedade de sucos de frutas, de acordo com a estação do ano, que são servidos em quiosques locais. Não se esqueça o de experimentar o Assab - suco de cana de açúcar, verde de aspecto leitoso e com muitas calorias. É preciso beber imediatamente, senão escurece. Tente também o Er'sous (suco de alcaçuz), o Lamoun (suco de limão verde), o Assir Borto'an - suco de laranja, o Assir manga (suco de manga, disponível apenas na estação de julho a outubro). Refrigerantes são facilmente encontrados, assim como água mineral engarrafada.

Se você estiver viajando para o Egito nos meses de inverno, experimente o sahleb - uma bebida quente, doce e leitosa, misturada com passas, amêndoas e coco. Se você adora cerveja, a marca local Stella pode ser uma decepção. É considerada fraca e de paladar apenas satisfatório. Ao contrário, os vinhos e destilados egípcios são considerados fortes demais. Em alguns lugares, durante os meses do Ramadan não serão vendidas bebidas alcóolicas.


Fonte: www.africadosul.org

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Museu Egípcio do Cairo


O Museu Egípcio do Cairo é um dos mais fantásticos museus no mundo inteiro. É um grande edifício onde se exibem os tesouros da História egípcia antiga, dando-nos as evidências da maravilhosa capacidade mental e habilidade artística do Homem egípcio antigo. De verdade, antes da chegada da Campanha Francesa, liderada pelo célebre general Napoleão Bonaparte, ao Egito, em 1798, a História Antiga do Egito ficou por séculos quase desconhecida e cheia de muita confusão e ambiguidade.

O atual Museu Egípcio do Cairo foi um fruto de grandes esforços e boa vontade para conservar o partimônio egípcio antigo. Anunciou-se um concurso internacional entre as empresas europeias no final do século XIX para construir um museu, e ganhou o concurso uma empresa de Bélgica, por isso o desenho da fachada do museu, infelizmente, não é egípcio, mas foi decorado segundo o estilo Greco-romano. O desenho do museu foi realizado pelo arquiteto francês Marcel Dourgnon segundo o modelo neoclássico. Em 1897 as obras de construção começaram e terminaram em 1901, mas apenas a 15 de novembro de 1902 o museu foi inaugurado oficialmente durante o reinado do governador do Egipto Abass Helmi (1892-1914).

Ele situa-se atualmente na praça doTahrir (centro da cidade do Cairo) perto da margem oriental do rio Nilo. É um edifício imenso de cor encarnada com um pátio externo vasto. O museu tem uma cafeteria e livrarias que vendem prendas, postais, slides, mapas, guias e livros de história e arte egípcia.


No pátio do museu, em frente do portal interno há três bandeiras, a primeira é a Bandeira Nacional, a segunda representa o Ministério de Cultura, e a terceira pertence ao Supremo Conselho das Antiguidades Egípcias. Lá, na parte superior da fachada se inscreve duas datas, a primeira é 1897, que se refere a data do início das obras de construção, enquanto a segunda é 1901, indica o fim das obras, porém o museu foi inaugurado em 1902. Há também duas letras iniciais ao lado direito e ao lado esquerdo do nome do governador que reinava o Egito de 1892 a 1914 , são as letras “A” e “H” que indicam sucessivamente o nome de Abbas Helmi.

No centro da fachada encontra-se a cabeça da deusa importantíssima segundo as crenças egípcias antigas, a deusa Hathor, que foi considerada uma das mais famosas e antigas deusas egípcias. Era a deusa quem amamentou o deus Hórus quando era bebê durante a ausência da sua mãe Isis segundo os acontecimentos da lenda de Osíris. Hathor era a deusa de amor, alegria, música e maternidade.  Na fachada, encontra-se a cabeça de Hathor, está representada com cara de mulher, dois cornos com o disco solar. Aos dois lados, à direita e à esquerda há uma representação da deusa célebre Isis, a esposa de Osíris, e mãe de Hórus. Isis foi uma das divinidades fundamentais que desempenhou um grande papel na Teologia Egípcia Antiga. Isis foi a deusa da maternidade, fidelidade, e magia.

No jardim do museu, há monumentos por todos os lados, sendo que a maioria deles data do período do Novo Reino ( 1570-1080 a. C aprox.). Ao oeste extremo do pátio encontra-se um cenotáfio, ou um túmulo simbólico construído em homenagem da memória da figura celebre, o egiptólogo francês Mariette Pasha, quem nasceu em 1821 e faleceu em 1881. É, de facto, um cenotáfio de mármore, comemorando esta figura célebre quem lhe surgiu a ideia da fundação do museu que abriga e exibe os  achados. Ele desejou estar sepultado neste lugar, mesmo parece que o cenotáfio é apenas simbólico. O cenotáfio está rodeado de bustos de uns egiptólogos famosos como Champollião, Mariette, Selim Hassan, Labibi Habashi, Kamal Selim etc.


No centro do pátio encontra-se uma fonte cheia de duas espécies de plantas; o Papiro e o lótus. O papiro era o símbolo do Baixo-Egipto (O norte), enquanto o lótus era o símbolo do Alto-Egipto (O sul). O papiro encontra-se nos pântanos da região do Delta no norte do Egipto. É uma planta que precisa de grande quantidade de água e mede quase 2 m. de altura. No Egipto Antigo os papiros eram usados para fazer papel para escrever, sandálias, e barcas etc. Enquanto o lótus se encontrava no sul do país, e havia duas especies; o lótus azul e o lotús branco durante a Época Egípcia Antiga. Sabemos também que os romanos introduziram uma terceira espécie da Ásia. A flor de Lótus foi o símbolo da ressurreição, e além do papiro, o Lótus deu inspiração aos arquitectos antigos para decorar as colunas e capitéis.

Na realidade, o Museu Egípcio do Cairo é um dos maiores museus em todo o mundo em termos de quantidade de ítens expostos e aqueles que ainda estão depositados, pois - de acordo com uma estimativa, o museu possui cerca de 120,000 artigos expostos, enquanto há mais de 100,000 artigos conservados nos armazéns. A exibição destes objetos é organizada em dois andares segundo uma ordem cronológica, correpondendo com a direção do relógio, iniciando-se a partir do Período Predinástico, logo, a Época Arcaica, passando pelo Antigo Reino, o Médio Reino, o Novo Reino, o Período Tardio e termina pelo início da Época Grega no Egito. O segundo andar é dedicado, fundamentalmente, para exibir a coleção de Tutankhamón, os objectos do túmulo do casal Yoya e Tuya e a Sala das Múmias. Aos dois lados diante da entrada do museu há duas esfinges que dão ao visitante uma impressão especial como se estiver entrando um templo egípcio.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Eid Mubarak!


Eid ul-Fitr is celeberated for two days. Common greetings during this holiday are the Arabic greeting ‘Eid Mubārak ("Blessed Eid") or ‘Eid Sa‘eed ("Happy Eid"). In addition, many countries have their own greetings based on local language and traditions – in Turkey, for example, a typical saying might beBayramınız kutlu olsun or "May your Bayram – Eid – be blessed." Muslims are also encouraged on this day to forgive and forget any differences or past animosities that may have occurred with others during the year. 
Typically, Muslims wake up relatively early in the morning—always before sunrise— offer Salatul Fajr (the pre-sunrise prayer), and in keeping with the Sunnah (traditions and actions of the Prophet Muhammad), clean one's teeth with a Miswaak or toothbrush, take a shower (Ghusul) after Fajr prayers, put on new clothes (or the best available), and apply perfume.
It is haraam, or forbidden, to fast on the Day of Eid. That is why it is recommended to have a small breakfast (as a sign of not being on a fast on that day) of sweet dish, preferably the date fruit, before attending the special Eid prayer (salah). It is a Sunnah (Prophetic tradition) that the Sadaqat-ul-fitr, an obligatory charity, is paid to the poor and the needy before performing the ‘Eid prayer by all those adult Muslims who are required to pay Zakat. Muslims recite the following Takbir (incantation) in the low voice while going to the Eid prayer: Allahu Akbar, Allahu Akbar, Allahu Akbar. Laa ilaaha ilal-lahu wal-Allahu Akbar, Allahu Akbar wa-lilla hil hamd.  Another Sunnah of Muhammad Muslims are recommended to use two separate routes to and from the prayer grounds (Eid-gaah).
Eid prayer is performed in congregation in open areas like fields, community centers, etc. or at mosques. No adhan (Call to Prayer) or iqama (call) is to be pronounced for this Eid prayer, and it consists of only two rakaʿāt (units of prayer) with an additional six Takbirs. The Eid prayer is followed by the khutbah (sermon) and then a supplication (dua) asking for God's forgiveness, mercy, peace and blessings for all living beings across the world. The khutbah also instructs Muslims as to the performance of rituals of Eid, such as the zakat. Listening to the khutbah (sermon) of Eid is a necessary requirement (wajib) i.e. while the khutbah is being delivered; it is haraam (prohibited) to talk, walk about or offer prayer while the sermon is being delivered. After the prayers, Muslims visit their relatives, friends and acquaintances or hold large communal celebrations in homes, community centers or rented halls.
Eedis (Eid gifts) are frequently given to children and immediate relatives; it is also common in some cultures for children to be given small sums of money (Eidis) by adult relatives or friends.
It is celebrated in many different countries, specially the ones where Islam is the official religion, such as Saudi Arabia, Turkey, Qatar, Afeghanistan, Pakistan, Bangladesh, Indonesia, Singapore, Malaysia, Egypt, and many others.

Eid ul-Fitr in Egypt
Eid ul-Fitr is a three-day feast and an official holiday in Egypt with vacations for schools, universities and government offices. Some stores and restaurants are also closed during Eid.
The Eid day starts with a small snack followed by Eid prayers in congregation attended by men, women and children in which the Imam reminds Egyptians of the virtues and good deeds they should do unto others, even strangers, during Eid and throughout the year.
Afterwards, neighbours, friends and relatives start greeting one another. The most common greeting is "Eid Mubarak" (Blessed Eid). Family visits are considered a must on the first day of the Eid, so they have the other two days to enjoy by going to parks, cinemas, theatres or the beaches. Some like to go on tours or a Nile cruise, but Sharm El Sheikh is also considered a favorite spot for spending holidays in Egypt.
Children are normally given new clothes to wear throughout the Eid. Also, women (particularly mothers, wives, sisters and daughters) are commonly given special gifts by their loved ones. It is customary for children to also receive a Eid-ey-yah from their adult relatives. This is a small sum of money that the children receive and is used to spend on all their activities throughout the Eid. Children will wear their new clothes and go out to amusement parks, gardens or public courtyards based on how much their Eidyah affords. The amusement parks can range from the huge ones on the outskirts of Cairo-Nile, Felucca Nile rides is one common feature of Eid celebration in Egyptian villages, towns and cities.
The families gatherings involve cooking and eating all kinds of Egyptian food but the item most associated with Eid al-Fitr are Kahk (singular = Kahka), which are cookies filled with nuts and covered with powdered sugar. Egyptians either bake it at home or buy it in the bakery. Thus, a bakery crowded in the last few days of Ramadan with Kahk buyers is a common scene. TV in Egypt celebrates Eid too, with a continuous marathon of movies as well as programs featuring live interviews from all over Egypt of both public figures and everyday citizens, sharing their Eid celebrations.
For a lot of families from working neighborhoods, the Eid celebration also means small mobile neighborhood rides, much like a neighborhood carnival. In a lot of neighborhood courtyards, kids also gather around a storyteller, a puppeteer or a magician mesmerized by Egyptian folktales or by a grownup’s sleight of hand. It is also customary for kids to rent decorated bikes to ride around town.
Egyptians like to celebrate with others so the streets are always crowded during the days and nights of Eid.